segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A Ilha do Medo (Shutter Island) 2010



                      TEDDY DANIELS
           O que é pior? Viver como um monstro, 
           ou morrer como um bom homem?


Direção: Martin Scorsese


Roteiro: Laeta Kalogridis da novela de Dennis Lehane


Elenco: Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio), Mark Ruffalo (Mark Ruffalo), Dr John Cawley (Ben Kingsley), Dr Jeremiah Naehring (Max von Sydow), entre outros.


Muita gente reclamou do uso dos flashbacks, mas eu achei excepcionais, eu gosto de flashbacks e o fato de hoje estar sendo pouco utilizado faz eu gostar bastante do recurso.


Bem pessoal, outra coisa, por uma questão de otimização do meu tempo, infelizmente não poderei ficar comentando todos os filmes, em alguns casos apenas publicarei com uma frase e o roteiro (quando conseguir). Mas este aqui é altamente recomendável. Se quiser baixar o roteiro, clique AQUI!

4 comentários:

terras disse...

Talvez não tenha sentido comparar os dois trabalhos do di caprio, o Origem e o Ilha do Medo. Mas achei que em a Ilha ele está espantoso.

Daniel disse...

Realmente.
Eu gostei bastante da A origem, por diversos motivos, talvez mais pelo trabalho do Nolan. Mas diria também que o Di Cáprio está muito bem no Shutter Island.

Mas acho que os dois melhores trabalhos dele ainda são Diário de Um Adolescente e o Revolutionary Road

=)

valeu pelos comentários

joao.crabs disse...

O que achei incrível nesse filme é o modo como ele aborda a loucura, fazendo com que o expectador mimetize o delírio do personagem, sem saber. Não lembro de nenhum outro filme ter conseguido essa proeza, pelo menos não dessa forma. Algo que parece absolutamente simples, mas achei genial.
A trilha sonora é absurda, os momentos chave nos quais certa música vai aparecendo recorrentemente (principalmente aquele quinteto apaixonado do Mahler). Um filme que flui demais pela ação, dramaticidade, diálogos... atores inspirados demais...enfim, memorável.

Daniel disse...

Sem dúvida, agora eu entendo algumas das suas falas sobre o filme. Realmente eu acho que isto é muito bem feito, este controle total do ponto de vista do espectador. Acho que o "Uma Mente brilhante" também consegue fazer isto muito bem.