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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

August Strindberg, por Pascal Bonitzer

"É perigoso debruçar-se sobre o caráter de outra pessoa'. Strindberg agia como um médico, da mesma maneira que Ingmar Bergman (que claramente o influenciou). Como exemplo do que é um 'caráter', ele dá o seguinte, entre outros: 'Conheço uma freira que estimo muito, porque sei que é sincera. Mas sei que ela é muito sensível aos prazeres materiais e mesmo que bebe um pouco. Quando percebi isso, julguei-a hipócrita, mas, depois de algum tempo, tudo se esclareceu pra mim. Ela é freira porque é sensual. Não representa o papel de devota, faz penitência para vencer as suas más inclinações. Já não vejo mais contradições nisso; no entanto, receio que frequentemente os religiosos escondam tendências criminosas."




Este trecho pode ser encontrado no texto "Personagens e Acontecimentos", no livro "Prática do Roteiro Cinematográfico", escrito por Bonitzer e Jean Claude Carriére.

Henrik Ibsen, por Otto Maria Carpeaux

"Ibsen é Grande poeta. Além disso, é dono de uma habilidade teatral quase diabólica. Nem em Sófocles nem em Shakespeare há nada que possa se comparar à infabilidade da composição dramatúrgica em 'Kongsemnerne' e 'Espectros'. Mais do que nos casos de Shakespeare e Moliére, convém salientar que Ibsen foi antes de tudo, um playwright profissional. Tudo em sua obra, as cenas, os diálogos, os incidentes, parece naturalíssimo, como na vida de todos os dias: mas é uma ilusão magistralmente criada, pois tudo aquilo esta rigorosa e sabiamente subordinado à construção dramatúrgica". 

Otto Maria Carpeaux. História da Literatura Ocidental. Volume III. Capítulo III. A Conversão do naturalismo. P. 1986.




quarta-feira, 11 de maio de 2011

sábado, 18 de setembro de 2010

Escritos e Ditos

"1 - Contar apenas consigo mesmo!
 2 - Ser Paciente!
 3 - Trabalhar em todas as condições - ruins, desfavoráveis - e não se importar com as reações ao seu trabalho!"


Aleksander Sokúrov
(1951 -  )

Entrevista com o McKee por Thiago Dottori

Faço questão de indicar aqui esta maravilhosa entrevista.
Quero chamar a atenção para um aspecto, muito sabiamente, apontado pelo McKee. - Eu realmente fico impressionado com a agudeza de sua inteligência e da sua percepção. - O que quero apontar é a questão da crítica do "excesso" de semiótica e de linguística no ensino da escrita de roteiros. Mais uma vez, o McKee matou a pau.


Parte um: http://autoresdecinema.zip.net/arch2010-08-08_2010-08-14.html


Parte dois: http://autoresdecinema.zip.net/arch2010-08-15_2010-08-21.html


Parte três: http://autoresdecinema.zip.net/arch2010-08-22_2010-08-28.html


Trechos que me chamaram muito a atenção:


"Eu acabei de ter uma discussão, e os professores pensam que o método certo de educar é através da semiologia; então pensam que é sobre linguagem. E eu pergunto: linguagem pra expressar o quê? (nota: ele fica irritado nesse momento). Pra expressar o quê? Então todos esses anos eu direcionei minhas aulas, de alguma maneira, como uma reação à semiologia. Porque eu sei que é falso! É errado! É muito interessante para a crítica, mas inútil para o escritor. E ensinar escritores a pensarem nesses termos é realmente destruidor. Muito destruidor. E toda uma geração cresceu dentro das universidade escutando e aprendendo que é tudo uma questão de linguagem; imagens e filmes como parte da semiologia."


"As pessoas falam sobre isso, escrevem livros como “A gramática da realização de filmes” (Grammar of filmmaking). E isso é completamente nonsense. As relações dentro de uma história não são gramáticas, são causais, temporais e espaciais. É pré-linguístico. É muito mais profundo. Linguagem é um meio. Como a dança. É um meio de expressar algo. Mas expressar o quê? Linguagem é apenas um meio, mas eles substituíram linguagem por conteúdo (substance). O estilo da expressão não é o conteúdo da expressão, mas eles tratam como se fosse. E, como resultado, as pessoas estão trocando os pés pelas mãos. Então eu tenho trabalhado muito duro pra dar aulas e dizer que não é sobre isso. É Estória. É sobre personagem, sobre desejo, sobre forças do antagonismo..."




Retomar os princípios...


"Sim, voltar aos primeiros princípios; estória é translinguística, é pré-linguagem. É primitivo. É profundo."




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Outra parte interessante:


"A gente simplesmente não pode lidar com isso, com fatos sem causa! É estressante. Então a gente inventa causas!"

"Pra mim, semiologia e linguística são um fato procurando por uma causa. E linguagem não é um fato. Então eles criam causas que não existem. Por que? Eu não sei. É uma coisa francesa. O aspecto mais importante da cultura francesa é a sua língua, seu idioma. Os franceses acreditam que o francês é a língua mais bonita. Na verdade, o francês é uma língua muito pobre. O vocabulário francês é 25% do inglês. Escutar é uma delícia. É adorável ouvir falar francês. Lindo. Mas qualquer língua bem falada é belíssima de ouvir. Eu me lembro anos atrás, vendo um programa de televisão, eu fiquei curioso em saber qual era a língua em que era falado. Tão lindo de ouvir, tão belo, poético. “Que língua era aquela?”. Então descobri que era espanhol castelhano. E era muito elegante! Estava numa praia uma vez, na Suíça, e ouvi uma mulher falando e eu não reconheci a língua, que era muito bonita, então eu perguntei a ela que idioma era aquele e ela disse “alemão”. Alemão bem falado. Lindo. Então qualquer língua bem falada é bonita, mas os franceses tem essa obsessão com a sua língua. E então eles inventaram toda uma teoria de que “realidade é linguagem”. Fascinante, mas eu sabia que seria destrutiva para escritores. E parte do que eu faço e do que eu tenho feito é uma reação a isso. E essa foi uma explicação bem grande." 


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Escritos e Ditos

"Quando escrevo, preciso ficar sozinho; se tenho oito personagens em um drama eu tenho relações sociais o suficiente para me envolver, eles me mantém ocupado; eu preciso conhecê-los. E esse processo de conhecimento é lento e doloroso. Eu faço, como regra, três elencos para os meus dramas, os quais diferem consideravelmente uns dos outros. Eu quero dizer nas características específicas dos personagens, e não no desenvolvimento da história. Quando começo a trabalhar meu material, eu sinto como se tivesse que conhecer meus personagens em uma viagem de trem, o primeiro contato deve ser interessante, e devemos conversar sobre várias questões e assuntos. Quando eu voltar a escrever, já verei tudo com muito mais clareza, e eu conhecerei estas pessoas como se eu tivesse ficado com elas por um mês em um balneário de férias. Assim, tenho aprendido aos poucos os pontos principais destes personagens e suas peculiaridades."


1828 - 1906
"When I am writing I must be alone; if I have eight characters of a drama to do with I have society enough; they keep me busy; I must learn to know them. And this process of making their acquaintance is slow and painful. I make, as a rule, three casts of my dramas, which differ considerably from each other. I mean in characteristics, not in the course of the treatment. When I first settle down to work out my material, I feel as if I have to get to know my characters on a railway journey; the first acquaintance is struck up, and we have chatted about this and that. When I write it down again, I already see everything much more clearly, and I know the people as if I had stayed with them for a month at a watering place. I have grasped the leading points of their characters and their little peculiarities."




sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Escritos e Ditos

[Scott+laughing.jpg]"Aqui está o meu mantra básico sobre como aprender o ofício de roteirista: leia roteiros, assista a filmes, escreva muitas páginas! Essas são as três coisas mais importante que você pode fazer para aprender a escrever roteiros."


"Here is my most basic mantra about learning the craft of screenwriting: Read scripts. Watch movies. Write pages.Those are the three single most important things you can do to learn how to write screenplays."


SCOTT MYERS

domingo, 22 de agosto de 2010

The Encyclopedia of Crime Scene Investigation - Michael Newton



Estou fazendo alguns estudos para uma história de crime. Nas minhas leituras me deparei como livro de Michael Newton, Encyclopedia of Crime Scene Investigation, e há um trecho que julgo oportuno publicar aqui.

"Some high-tech crimes are simply variations on familiar themes, their ancient motives—greed, desire,revenge, religious and political fanaticism—coupled with new technology to become at once more profitable and more threatening to organized society. Such crimes as theft, fraud, stalking and harassment, espionage, sabotage, and terrorism are as old as Homo Sapiens, but new advances in communications, data storage and retrieval elevate common felons to new levels of achievement."

"Alguns crimes de alta tecnologia são apenas variações de temas familiares, as antigas motivações como cobiça, desejo, vingança, e o fanatismo religioso e político - fazem par com as novas tecnologias para tornarem-se cada vez mais efetivos e ameaçadores para a sociedade organizada. Tais crimes como o furto, a fraude, a perseguição, assédio, espionagem, sabotagem, e terrorismo e são tão antigas quanto o Homo Sapiens, mas os novos avanços nas comunicações, no armazenamento e recuperação de dados tem elevado criminosos comuns a novos níveis de realização."



quinta-feira, 19 de agosto de 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

Escritos e Ditos

Quando um ator vem até mim e quer discutir seu personagem, eu digo: "Está tudo no roteiro." Se ele diz: "Mas qual é a minha motivação?" Eu digo: "Seu salário".


Alfred Hitchcock

quinta-feira, 29 de julho de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

Escritos e Ditos

Richard Yates"... Se você quer fazer algo absolutamente honesto, algo verdadeiro, isto sempre se mostrou algo que você tem fazer sozinho."

Richard Yates

Escritos e Ditos


"Às vezes, o verdadeiro pode não ser verossímil"


Nicolas Boileau

Palavras de Somerset Maugham à guisa de prefácio



Chamaram-me cínico. Acusaram-me de fazer os homens piores do que o que eles são. Não creio que o tenha feito. A única coisa que fiz foi trazer à luz certos traços a que muitos escritores fecham os olhos. Creio que o que me tem impressionado principalmente nas criaturas humanas é a sua falta de consistência. Tem-me assombrado como os traços mais incompatíveis podem existir na mesma pessoa; e, apesar de tudo, produzir uma harmonia plausível. Muitas vezes, perguntei a mim próprio como é possível que características aparentemente irreconciliáveis coabitem na mesma pessoa. Conheci escroques capazes de sacrifício, ladrões bondosos por natureza, e prostitutas para quem era um ponto de honra retribuir com o devido valor o dinheiro recebido. A única explicação que posso oferecer é que é tão instintiva em cada pessoa a convicção de que é única no mundo, e privilegiada, que sente que tudo quanto faz - por muito prejudicial que possa ser aos outros - é, se não natural e justo, pelo menos venial. O contraste que descobri nas pessoas interessou-me, mas não creio que o tenha sublinhado excessivamente. A censura que de vez em quando me têm feito é talvez devida ao facto de eu não ter expressamente condenado a parte má das  personagens da minha invenção, nem louvado a boa. Deve ser um defeito meu o não me desgostar gravemente com os pecados dos outros, senão quando eles me afectam pessoalmente; e, mesmo nesse caso, aprendi, pelo menos de uma maneira geral, a desculpá-los. É conveniente não esperar muito das outras pessoas. Devemos ficar gratos se nos tratam bem, mas imperturbáveis se nos tratarem mal. "Porque cada um de nós", como disse o Estrangeiro Ateniense, " deve grande parte do que é às inclinações dos seus desejos e à natureza de sua alma". É a falta de imaginação que impede as pessoas de ver as coisas de um ponto de vista que não o seu, e não é razoável zangarmo-nos com elas por lhes faltar esta faculdade.




Julgo que podia ser justamente censurado se só visse os defeitos das pessoas, e fosse cego às suas virtudes. Não estou convencido que seja esse o caso. Não há nada  mais belo do que a bondade, e sempre me agradou muito mostrar que ela existe em pessoas que, pelas normas  vulgares, seriam inexoravelmente condenadas. Mostrei-a onde vi. Pareceu-me por vezes, é certo, que ela brilhava mais fortemente nessas pessoas por estar rodeada pela escuridão e pelo pecado. Admito a bondade dos bons como natural e divirto-me quando lhes descubro os defeitos ou os vícios; comovo-me quando vejo a bondade dos maus e estou pronto a encolher tolerantemente os ombros à sua maldade. Não sou o guarda do meu irmão. Não consigo forçar-me a julgar os meus semelhantes; contento-me com observá-los. A observação levou-me a acreditar que, no fim de contas, não há diferença entre os bons e os maus como os moralistas no querem fazer crer.




O que marca o valor da cultura é o seu efeito sobre o carácter. De nada vale, se lhe não dá nobreza e força. Deve servir para a vida. O seu objectivo não é a beleza, mas o bem. Demasiadas vezes, como sabemos, a cultura dá origem à arrogância. Quem nunca viu o sorriso irônico do letrado ao corrigir uma citação errada, ou o aspecto magoado do conhecedor quando alguém elogia uma pintura que ele não aprova? Não há melhor mérito em ter lido um milhar de livros do que em ter lavrado um milhar de campos. Não é maior o mérito o ser capaz de chapar num quadro uma descrição correcta do que o ser capaz de descobrir o defeito dum automóvel avariado. Em cada um dos casos, trata-se de conhecimentos especializados. O banqueiro tem os seus conhecimentos, também; e como ele o artífice. É um preconceito tolo dos intelectuais o de que só os seus conhecimentos contam. A Verdade, o Bem e o Belo não são a recompensa dos que requentaram escolas caras, roeram bibliotecas, requentaram museus. O artista não tem desculpa quando se serve dos outros com condescendência. É louco, se pensa que os seus conhecimentos são mais importantes do que os dos outros; imbecil, se não pode encontrar-se com eles como de igual para igual. Matthew Arnold prestou um péssimo serviço à cultura ao insistir na oposição dela ao filistinismo.


Tenho tido amizade, amizade profunda, a algumas pessoas; mas nunca me interessei pelos homens em geral por causa deles próprios, mas sempre por causa do meu trabalho. Não encarei, como Kant gostava de fazer, cada homem como um fim em si, mas como material que me poderia ser útil como escritor. Tenho-me preocupado mais com as pessoas obscuras do que com as célebres. São mais frequentemente elas próprias. Não tiveram necessidade de inventar uma figura que as protegesse do mundo ou o impressionasse. As suas idiossincrasias tiveram mais facilidade em desenvolver-se no círculo limitado de sua atividade, e visto nunca terem estado expostas ao público, nunca lhes ocorreu que tivessem alguma coisa a esconder. Exibem as excentricidades por nunca se terem lembrado que são excêntricas. E, no fim de contas, é com a massa comum dos homens que nós, escritores, temos de trabalhar; os reis, os ditadores, os magnatas do comércio são, sob o nosso ponto de vista muito poucos satisfatórios. Escrever a respeito deles é uma aventura que muitas vezes tem tentado escritores; mas o fracasso que lhes recompensou os esforços mostra que tais criaturas são demasiadamente excepcionais para poderem servir de fundação legítima a uma obra da arte. É impossível fazê-las reais. O vulgar é o campo mais rico para o escritor. O seu inesperado, a sua singularidade, a  sua variedade fornecem-nos material infinito. O homem célebre é muitas vezes de uma só peça; o homem pequeno, esse, é um monte de elementos contraditórios. É inesgotável. Nunca se acaba, as surpresas que ele nos reserva. Pela minha parte, preferia mil vezes ficar um mês numa ilha deserta com um veterinário do que com um primeiro-ministro.




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É interessante o que aconteceu por estes dias. Eu sempre tive muito interesse pela literatura inglesa, e nomes como Yeats e Maugham, entre outros, sempre fizeram parte de uma nuvem de nomes que eu deveria conhecer e ler.


Recentemente assisti ao Se7en, e vi que o personagem do Morgan Freeman se chamava William Somerset, s dois primeiros nomes de William SOmerset Maugham e durante o filme, Somerset e David Mills discutem justamente um livro do autor, A Servidão Humana. Fiquei muito instigado a procurar o Maugham para ler.


Noutro dia, ao sair de casa, vi alguns livros jogados aos pés de um cesto de lixo, identifiquei um pela capa escura e bem envelhecida, mas não me dispus a olhar que livro era. Quando voltei, o porteiro do prédio onde moro estava com o livro que eu tinha visto nas mãos. Perguntei a ele do que se tratava e ele disse que eram uns livros que estavam no lixo. Vi do que se tratava, Uma Antologia de Contos de Somerset Maugham. Ele perguntou se eu queria eu é claro que eu aceitei. O prefácio aqui apresentado é o prefácio deste mesmo livro. Um versão portuguesa de 1957.



quinta-feira, 10 de junho de 2010

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Escritos e Ditos

"[O que falta é] o roteiro. Vocês têm ótimos atores, ótimos diretores, vocês têm tudo que os melhores países têm. (MAS)* Se um filme no Brasil é bom, ele geralmente é a adaptação de um livro. Muitas vezes o cinema brasileiro tem que esperar escritores fazerem bons livros que podem ser adaptados. Precisa parar de se 'canibalizar' os romances"

Robert McKee 

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*Achei importante colocar um MAS nesta parte do texto.



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Escritos e Ditos

 
"Stories are the oxygen of civilization and the elixir of sanity and wisdom"

"As histórias são o oxigênio da civilização e o elixir da sanidade e da sabedoria"

Michael Rabiger
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Escritos e Ditos

"The fact is, originality (unless in minds of very unusual force) is by no means a matter, as some suppose, of impulse or intuition. In general, to be found, it must be elaborately sought, and although a positive merit of the highest class, demands in its attainment less of invention than negation." 
- The Philosophy of Composition -


"O fato é que a originalidade (ao menos nas mentes com um raro vigor), de modo algum é, como muitos supõem, um produto do impulso ou da intuição. Em geral, precisa ser elaboradamente procurada, e apesar de ser um mérito positivo da mais alta categoria, demanda para sua realização muito mais negação do que invenção". 
- A Filosofia da Composição -


Edgar Allan Poe (1809 - 1849)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Escritos e Ditos

 "A good play is certainly
the most rational and the highest
Entertainment that Human
Invention can produce".

"Uma boa peça é certamente a
mais racional e a mais alta forma de Entretenimento que a
Invenção Humana pode produzir".

Colley Cibber (1671 – 1757)


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010